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vamosfalardequê

Umas quantas opiniões

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Umas quantas opiniões

5h20

Podia começar aqui a divagar como muitas vezes faço e ficar a andar à volta de um tema até perder a oportunidade de fazer a ponte para voltar a ligar. Acontece vezes a mais, seja por escrito ou em conversa falada.

Assim sendo e indo directo, voltei a trabalhar na minha área. Após 1 ano e 3 meses consegui voltar a entrar na minha área e novamente em Lisboa. Para já são 6 meses e depois logo se vê. Pelo explicado existe a possibilidade de ficar, mas ainda é cedo para decidir, afinal ainda só foram 3 dias.

Pelo meio de deixar um trabalho e começar outro houve tempo para férias. Merecidas e devo dizer que nunca me tinha custado tanto deixar um local.

Ah e as 5h20 no título foi a hora a que me levantei para começar na passada segunda feira para entrar às 7h. Não que seja assim tão demorado para ir de minha casa até ao novo local, só que ainda não sabia quando tempo poderia levar. Então fui testar as águas.

!

A minha namorada diz que às vezes sou um pouco rancoroso. Quando o tema de conversa vai tocar a tempos de escola, pequenos "tête à tête" com professores ou antigos colegas, acabo por me arreliar mais que o normal. Na passada quarta-feira houve um momento que acho que ainda me vou lembrar daqui a uns anos.

Para enquadrar, actualmente no meu trabalho tenho o meu espaço. Já trabalhei antes, óbvio, mas nunca tive um espaço apenas meu, eram sempre áreas partilhadas com outros colegas, o que impossibilitava ter as coisas apenas à minha maneira. Desde o passado Junho, com a mudança de trabalho veio um espaço só meu.

Neste segundo pós confinamento, ou seja de meados de Março, mudei de espaço e com essa mudança veio um upgrade, uma impressora só minha. Antes partilhava com um colega meu e sempre que precisava, dava cerca de 6 passos em cada direcção para ir buscar o que tinha impresso. Ora, este privilégio, infelizmente, durou pouco. Eram umas 11h30 do passado dia 12 quando o meu chefe chega ao pé de mim e do meu colega, que tem também uma impressora, aponta e diz "aqui há duas impressoras, uma para eles dois basta.", logo de seguida vejo a minha impressora a ser retirada para ir para um outro colega, que curiosamente está onde eu estava antes e onde não havia impressora.

Concluindo, se antes tinha de dar um total de 12 passos, agora tenho apenas de esticar o braço para chegar à impressora do lado. Não é assim um transtorno muito grande. O que mais me chateia é que agora tenho um espaço vazio onde antes estava a impressora e isso sim, faz um nadinha de comichão.

Dias em casa

Foi decretado novo lay off onde trabalho no passado dia 20 de Janeiro, que se vai prolongar até dia 20 de Fevereiro, se não estou em erro. Como sou pessoa de respeitar as orientações tenho-me mantido por casa e apenas saio para ir ao supermercado ou para ir deixar o lixo.

Não me lembro se já mencionei isto antes, mas mudei-me para Almada em 2017 deixando para trás quase 25 anos a viver na zona Oeste, onde a minha família sempre morou. Ontem em conversa com as minhas irmãs foi-me perguntado se não ficava aborrecido de estar em casa o dia todo, sem ver pessoas e ficando, cito, "anti social". A resposta é simples. Não. Da minha família directa, entenda-se pais e irmãs, sou o menos social e o que não se queixa de estar em casa. Os meus pais são da geração que foi formatada para trabalhar, estar em casa parados não lhes é natural. As minhas irmãs idem.

E no que toca ao ser anti social também não me faz grande confusão. Sempre tive baixas expectativas no que toca a ser reconhecido, logo mesmo que veja alguém que conheça vou esperar que me fale antes de eu falar. Assim evito fazer figura de urso. É verdade que também tive os meus anos de vida social e saídas e festas. Mas actualmente fico satisfeito com uma sessão de The Crown e um café. Se bem que logo será diferente. Há derbi.

[Inserir título]

Já são pelo menos 2 vezes que faço alusão ao meu portátil original no meu instagram. Deve ser dos poucos computadores da geração e-escolas que ainda trabalha.
Já tive quem me dissesse para o pôr para reciclar, uma vez que não liga ao wifi cá de casa. Foi algo que nos fez perder uma vez qualquer coisa como 45 minutos para no final perceber que é uma questão da qual eu não sei bem explicar.

Hoje decidi ligá-lo já que tenho estado por casa e assim ficarei até Fevereiro. Vamos ver como as coisas se desenrolam até lá.
Depois de dar uma volta por uns quantos jogos que ainda tinha instalados, fui à pasta onde tinha a música. Foi uma viagem a um passado recente.
Na época não tinha uma banda que ouvia em repeat sem me cansar, como agora, apesar de já estar a par da sua música e dos albúns já lançados. Tinha de tudo, pop, rock, rap, grunge.
Era um Fábio diferente que ainda estava um pouco perdido no mundo da música e do que eram os gostos. Mas algo não mudou muito. Se já antes não era muito de partilhar com as pessoas que género de música ouvia, isso ainda hoje se mantém. Nas poucas vezes que levei o carro para o trabalho e dei boleia a um colega meu, há uma constante. O rádio anda sempre desligado. E já me apercebi que no trabalho sou dos poucos ou até mesmo o único que não se importa de estar a trabalhar em silêncio.

De regresso ao canto

Passado praticamente um ano desde o último post decidi voltar cá para fazer um pequeno apanhado para ver se volto de vez a esta vida dos blogs.

Todo este ano que passou foi cheio tanto a nível pessoal como profissional. Do lado pessoal, encontro-me a morar na Margem Sul com a minha namorada. Esta mudança proporcionou mais tempo juntos para pequenas e grandes viagens que já se realizaram ou estão em mente para se realizarem. Como disse, a nível profissional também houve mudança, saí do hotel de Peniche em Março e mudei-me para um rent a bike em Lisboa.

Ainda no decorrer do ano passado troquei de carro, o anterior avariou, deixei crescer a barba (havia quem fosse contra e agora é mais do que a favor), fui ao bingo, ganhei dinheiro no bingo (pontos importantes), fui ver o meu Sporting mais umas quantas vezes, vi os Foo Fighters ao vivo, fui ao zoo (quase 20 anos depois), viagem dentro e fora do país,visitei um palacete em ruínas.

Tantas coisas que num só post fica cheio e sem nexo.

Durante o passado ano foram muitas as vezes em que senti que devia vir cá, mas que acabei por deixar de lado mais do que queria.O que quero mesmo é voltar a escrever como antes, ou seja, regularmente e em condições.

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