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vamosfalardequê

Umas quantas opiniões

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Umas quantas opiniões

Aquele momento

Se há momento que me faz rir cada vez que me vem à cabeça é sem dúvida o que se passou no Porto mesmo antes de entrar para o estádio para ver o Porto vs Braga.

Não, não mudei de clube. A minha namorada é adepta do Porto e ainda não tinha tido a oportunidade de ir ao Estádio do Dragão ver um jogo. Então aproveitamos o nosso fim de semana na Invicta e visitamos o museu e fomos ver o jogo.

Voltando ao episódio, estavamos a sair do Alameda Shopping depois de jantar e damos de caras com uma senhora a vender cachecóis do clube. Chega-se perto de nós e diz que são 5€. A Rita responde dizendo que já tem, então a senhora olha para mim e diz que faz a 4,5€. A Rita volta a responder e diz que eu não sou adepto do Porto. A senhora fez uma cara de surpresa e olhar para mim e diz " - não é o quê?!". Pode não parecer assim uma coisa do outro mundo, mas no momento ainda deu para rir bem.

Dia de contratempos

Sexta-feira dia 2 e era dia de começar a viagem até ao Porto para um fim-de-semana a conhecer a cidade com a Rita. Tudo a correr bem. Acordamos a horas. já tínhamos tudo pronto, foi praticamente acordar e pegar no carro. Assim que entramos na ponte 25 de Abril começo a ver o carro a perder força. Vi-me obrigado a para-lo de todo, atrapalhando assim o tráfego normal para que ele voltasse ao normal. Lá voltou. Passada a ponte tudo ok e prontos para a primeira paragem em Cascais para visitar a Boca do Inferno, onde eu também nunca tinha ido. Feita a visita seguimos viagem para norte. Já passava da hora de almoço quando chegamos à vila da Rita, no concelho de Oliveira de Azeméis, para almoçar no restaurante da tia dela. Francesinha em massa de pizza, cozida em forno a lenha. Uma das melhores refeições que alguma vez fiz. Daí até Gaia, onde estacionamos, tudo sem problemas. Pouco trânsito e tudo bem sinalizado.

Assim que chegamos a Gaia, devemos ter andado perdidos cerca de 45 minutos à procura do estacionamento. Não foi mau de todo, tendo em conta que estavamos no carro. Finalmente encontramos a entrada correcta do estacionamento. Pegamos na bagagem e atravessamos a Ponte D. Luís a caminho do hostel, que fica numa transversal da Avenida do Aliados. Mesmo depois de termos falado que íamos levar o número de telefone caso fosse preciso, esse mesmo número ficou em casa. É de salientar que neste momento estavamos os dois sem acesso à internet. Ainda demos umas duas voltas à zona histórica, onde perguntamos a várias pessoas se conheciam o hostel e ninguém sabia dizer. Liguei para um amigo meu que me deu a morada e nem assim conseguimos encontrar a rua. Depois de passarmos mais uma vez o McDonald's dos Aliados, voltamos a passar na rua do hostel e olhamos para dentro de um prédio e foi aí que vimos uma folha A4 o nome do hostel e "reception 3rd floor". Felicidade enorme. Chegamos ao elevador e não está a funcionar.

Assim que chegamos à recepção somos cumprimentados em inglês e eu pensando que a recepcionista não era portuguesa respondi em inglês. Preenchemos a ficha de chegada e até sermos atendidos pelo recepcionista que estava ao computador, a que nos recebeu entregou uma toalha a outro hóspede e foram cobrados dois euros. Então mas no e-mail disseram que teríamos toalhas no quarto e agora estão a cobrar? Eu e a Rita olhamos um para o outro e pensamos o mesmo, mas ficamos calados à espera de ver o quarto. O recepcionista que estava ao computador vai continuar o nosso check-in e vê a nossa nacionalidade na ficha e pergunta à colega porque tinha falado em inglês para nós. Um momento de risos ali pelo meio. Ele olha para o nome e diz "7 noites num quarto para 30 pessoas, está certo?" Eu nem sei bem que expressão fiz devido ao cansaço e ele disse que estava a brincar e corrigiu. Pagamento feito, factura emitida e chave do quarto entregue. Quarto no quinto piso. Chegamos à porta do corredor e diz Mixed Bathroom. Estranhamos os dois, mas entramos e chegamos ao quarto. As toalhas estão lá. Casa de banho é que não vemos, muito provavelmente devido ao cansaço. Acontece que a porta não está na mesma linha que a parede, fica um pouco metida para dentro. Mas estava lá. Tudo conforme o que foi pedido.

Voltamos a descer os 5 andares para ir buscar jantar ao McDonald's, chega a vez de ir levantar o nosso pedido e eu pego no saco e vou andando para a porta e digo que o saco estava leve para tudo o que tinha sido pedido. Abro o saco e só estavam as bebidas, o resto estava noutro saco. Jantamos nos Aliados perto da Câmara, demos mais uma volta antes de voltar ao hostel, onde subimos novamente 5 andares e fomos descansar para o dia seguinte.

E foi isto o primeiro. Ainda tenho de cá voltar para contar dos outros dois dias e também para colocar fotos.

As fotos - Parte 2

Como prometido fica aqui a segunda vaga de fotos. Afinal foram tiradas mais fotos do que pensava. De qualquer modo, partilho as que me parecem mais apelativas.

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Torre do catelo de Portalegre

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 Sé de Portalegre

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 Porta principal da Catedral de Badajoz

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 Torre da Catedral de Badajoz

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 Igreja de Santo Domingo de Guzmán - Badajoz

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Muralha da Alcáçova de Mérida

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Ponte Romana - Mérida

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Pormenor do pilar da Ponte Romana - Mérida

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Arco Romano - Mérida

 

De volta a casa

Depois de 714 quilometros, todos feitos a conduzir, voltei não só a casa, mas também ao blog. Já tinha saudades.

Na sexta de manhã saímos às 10h30 em direcção a Portalegre onde chegamos pela hora de almoço. A tarde ficou ocupada com uma enorme visita pelas ruas da zona histórica da cidade, com paragem obrigatória na Sé. À noite fomos a um pequeno restaurante, literalmente, mas com um excelente serviço, junto à praça central.

O sábado ficou reservado para uma visita a Espanha. De manhã Badajoz e à tarde Mérida. Não contavamos era com uma siesta tão grande. Fecha tudo, excepto cafés e restaurantes, a partir das 14h e só volta a abrir às 17h30. Mesmo assim e debaixo de um calor forte, deu para conhecer os principais pontos de interesse da cidade. A parte boa da visita a Espanha foi ganhar uma hora ao atravessar a fronteira. Saímos de lá pelas 17h10 e chegamos a Portalegre pela mesma hora. A parte má é que nos locais que fomos quem nos atendeu ficava a dever um pouco à simpatia. Nem um sorriso ao falar com as pessoas. Mentira. Uma pessoa sorriu quando me deu prioridade de passagem para a casa de banho.

Quanto a hoje ficou reservado para a viagem de volta, tudo pela estrada nacional, com paragens em Nisa, para umas compras de dia da mãe e em Abrantes, para almoçar. A meio do almoço, nada típico, é que me apercebi que não estava na Pizza Hut, mas sim na Telepizza.

Não sou de tirar de muitas fotos, mas assim que passar da máquina fotográfica e do telemóvel para o computador partilho.

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