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vamosfalardequê

Umas quantas opiniões

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Umas quantas opiniões

14/2

Ontem e tendo em conta a data consumista romântica que se assinalou, eu e a minha namorada também fizemos por ter um programa diferente, arrumámos a arrecadação. Aqui posso gabar-me um pouco, pois acredito que a nossa seja "A menos atolada de coisas que já não são realmente necessárias, mas que também não se sabe como se desfazer delas" cá do prédio.

Após a dita arrumação e limpeza, tirámos fotos a um banco que musculação que temos para colocar anúncio no OLX. Não quis ser, como se diz na minha zona, galifão e coloquei o banco para venda com o mesmo valor pelo que o comprei também com o intuito de o despachar. Nunca tinha tido tantas pessoas interessadas num dos meus anúncios. Vi-me obrigado a fazer uma lista para não me perder em quem tinha enviado mensagem primeiro. Encontro-me neste momento à espera que uma das primeiras pessoas que me contactou diga se quer mesmo, para responder aos restantes que contactaram.

E como em outros anúncios que tenho há sempre alguém com, digamos, genica a mais para o que é um simples negócio em segunda mão. Houve uma senhora que se mostrou pronta desde a primeira mensagem com enorme vontade de vir buscar o banco e para eu o guardar. Pois apesar de não morar aqui na zona, tinha alguém conhecido que ia fazer esse trajecto precisamente no mesmo dia, ontem. Sei que não é descabido, existe sempre uma possibilidade por mais pequena que seja. Mas o curioso é que não perguntou como poderia fazer o pagamento, nem mesmo quando me pediu para guardar o banco. Como é óbvio, pelo menos para mim, não dei grande conversa e eventualmente cansou-se. E agora? Agora espero que a pessoa a quem mandei mensagem de manhã, senão venha o próximo da lista.

Vizinhos

Como já mencionado antes, acho, actualmente moro num T1 com a minha namorada. Tirando uma ou outra discussão pontual e sessões de treino que claramente têm os conhecidos jumping jacks, o prédio é bastante calmo.

Esta tarde, há cerca de 1h atrás, começa o barulho. Corridas de um lado para o outro, muito risinhos e pulos, muitos pulos. Tentámos perceber de onde vinha o barulho e parecia vir do andar por cima do nosso, também um T1. O barulho foi-se prolongando, chegando mesmo ao ponto de não dar mais.

Quem me conhece sabe que não sou pessoa de conflitos, sou muito pacato. Mas hoje não deu, levantei-me e fui em direcção à porta. A minha namorada disse para eu não ir, devia ter ouvido.

Subi ao segundo andar e antes de bater escutei com mais atenção e não ouvi nada de maior. Bati à porta e veio a vizinha. A conversa foi sem grande espalhafato, falámos normalmente e acontece que toda a confusão não vinha da casa dela, mas que ela também tinha dado pelo barulho. Pedi desculpa e vim embora. Mal entro a minha namorada diz que afinal o barulho vinha da casa do lado.

A sorte é que amanhã vou às compras e já trago ovos para fazermos um bolo, já todos sabemos quem vai receber uma parte.

Dias em casa

Foi decretado novo lay off onde trabalho no passado dia 20 de Janeiro, que se vai prolongar até dia 20 de Fevereiro, se não estou em erro. Como sou pessoa de respeitar as orientações tenho-me mantido por casa e apenas saio para ir ao supermercado ou para ir deixar o lixo.

Não me lembro se já mencionei isto antes, mas mudei-me para Almada em 2017 deixando para trás quase 25 anos a viver na zona Oeste, onde a minha família sempre morou. Ontem em conversa com as minhas irmãs foi-me perguntado se não ficava aborrecido de estar em casa o dia todo, sem ver pessoas e ficando, cito, "anti social". A resposta é simples. Não. Da minha família directa, entenda-se pais e irmãs, sou o menos social e o que não se queixa de estar em casa. Os meus pais são da geração que foi formatada para trabalhar, estar em casa parados não lhes é natural. As minhas irmãs idem.

E no que toca ao ser anti social também não me faz grande confusão. Sempre tive baixas expectativas no que toca a ser reconhecido, logo mesmo que veja alguém que conheça vou esperar que me fale antes de eu falar. Assim evito fazer figura de urso. É verdade que também tive os meus anos de vida social e saídas e festas. Mas actualmente fico satisfeito com uma sessão de The Crown e um café. Se bem que logo será diferente. Há derbi.

[Inserir título]

Já são pelo menos 2 vezes que faço alusão ao meu portátil original no meu instagram. Deve ser dos poucos computadores da geração e-escolas que ainda trabalha.
Já tive quem me dissesse para o pôr para reciclar, uma vez que não liga ao wifi cá de casa. Foi algo que nos fez perder uma vez qualquer coisa como 45 minutos para no final perceber que é uma questão da qual eu não sei bem explicar.

Hoje decidi ligá-lo já que tenho estado por casa e assim ficarei até Fevereiro. Vamos ver como as coisas se desenrolam até lá.
Depois de dar uma volta por uns quantos jogos que ainda tinha instalados, fui à pasta onde tinha a música. Foi uma viagem a um passado recente.
Na época não tinha uma banda que ouvia em repeat sem me cansar, como agora, apesar de já estar a par da sua música e dos albúns já lançados. Tinha de tudo, pop, rock, rap, grunge.
Era um Fábio diferente que ainda estava um pouco perdido no mundo da música e do que eram os gostos. Mas algo não mudou muito. Se já antes não era muito de partilhar com as pessoas que género de música ouvia, isso ainda hoje se mantém. Nas poucas vezes que levei o carro para o trabalho e dei boleia a um colega meu, há uma constante. O rádio anda sempre desligado. E já me apercebi que no trabalho sou dos poucos ou até mesmo o único que não se importa de estar a trabalhar em silêncio.

Estante Nova

Já estou nesta casa com a minha namorada há quase 3 anos e nesses 3 anos tivemos a mesma estante na sala. Um estante útil e assim, apenas com um problema. Não se aguentava sozinha. Durante esses mesmos quase 3 anos nunca pudemos fechar a porta, pois se o fizessemos a estante caíria.

Ontem foi o último dia dela. Logo pela manhã antes de ir para o trabalho fui comprar a nova, colocá-la no carro foi toda uma aventura. Durante o dia, a minha namorada tirou tudo o que se encontrava na estante e quando cheguei tratamos de trocar tudo. Mas o dia ainda não tinha atingido o seu zénite. Depois de colocar o último item na estante, fizemos algo pelo qual ansiávamos há muito. Fechamos a porta da sala. Desta vez sem medos.

E é assim que sabes que já és adulto, fazes um post no teu blog sobre uma peça de mobiliário.

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